Estes dias, conversando com um colega da faculdade de outro curso, me deparei com a seguinte realidade: de que existem cursos "fáceis" e os "difíceis".
Mas não pense você que a diferença entre estes cursos são os conteúdos, grade ou a carga horária. O que os define desta maneira (para mim) são as facilidades expostas pelos professores em sala de aula, principalmente com relação aos métodos avaliativos do conhecimento adquirido pelo aluno.
Ou seja, na minha sala, por exemplo, de 5 professores, 2 deles deram provas em dupla com consulta e fizeram vista grossa permitiram que os alunos "colassem".
Fato comprovado da minha teoria é a quantidade de alunos formados no meu curso comparados com o do meu colega. Em 2008, no meu curso (Pedagogia) formaram-se 146 alunos contra 56 do outro curso (Ciência da Computação).
Outro dado interessante, é que iniciamos este semestre com praticamente a mesma quantidade de alunos matriculados. E de 5 professores, apenas 1 tinha a obrigatoriedade de aplicar um trabalho em grupo como sistema avaliativo.
Seria esta mais uma influência neoliberal reforçando a teoria do capital humano? Que necessita de mais profissionais técnicos e desqualifica profissões como ser professor?
Ou seria a pouca esperança destes professores quando aparecem alunos em suas salas escrevendo susesso, esperiência, emclusive, dentre outras barbáries que fariam qualquer um chorar e sabem que não conseguirão acabar com 13 anos de erros em apenas 3 anos?!?
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